sábado, 8 de novembro de 2008

Revolução

No meio da multidão,
onde sou invisível,
seus olhos veem,
as palavras,
que não consigo dizer.


Como um ponto para o fim,
um novo parágrafo,
começa uma revolução,
que parte de você pra mim.


Onde não há palavras,
e meus pedaços,
estão espalhados pelo chão,
a poeira nos meus olhos,
é interrompida pela visão,
da sua mão.
(Estendida mudando a história da minha vida)

De acordo com as regras,
onde um erro,
justifica o fim,
eu aprendi que não escolher,
é uma escolha que não cabe a mim.


Como o vento faz meu cabelo dançar,
um novo fôlego,
começa uma revolução,
que parte de você pra mim.




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