domingo, 9 de março de 2008

Em casa outra vez

O mundo vai girando,
Levando mais um dia,
E eu aqui,
Num poço sem saída.

Seu Espírito me convence,
Dos meus erros,
A luz interrompe a escuridão.
Sua mão se estende,
Em meio à escuridão.

Na memória trago tudo,
Que me traz esperança,
Mas mesmo agora em teus braços,
Não posso pedir outra coisa,
A não ser perdão.

Olho para o céu feito por tua voz,
E me questiono,
Se pode existir alguém tão bom?

Seu Espírito me convence,
Dos meus erros,
A luz interrompe a escuridão.
Sua mão se estende,
Em meio à escuridão,
E eu estou outra vez em casa.

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